Arquivo de fevereiro, 2009

Previna problemas cardiológicos

25/02/2009 - 21:45 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso

No Brasil, segundo dados do IBGE, estima-se que nos próximos 20 anos a população de idosos poderá alcançar e até mesmo ultrapassar a cifra dos 30 milhões de pessoas, o que representará aproximadamente 13% da população. Diante desse cenário, é importante alertar os idosos sobre a necessidade da prevenção e até dos tratamentos corretos para problemas relacionados ao coração. A falta de informação tem sido uma grande inimiga dessas pessoas, que podem comprometer sua saúde em função de ações inadequadas, principalmente porque muitos não confiam nos médicos ou até utilizando uma automedicação.

Realizar uma avaliação cardiológica é muito importante, principalmente, em homens acima de 40 anos e em mulheres na fase do climatério, período em que aumentam os índices de infarto, explica Dra. Danielli Haddad Syllos Dezen, que possui ampla experiência em cardiologia e tabagismo no Instituto do Coração e também em check up e medicina preventiva. No entanto, esta avaliação deverá ser antecipada quando:

- possuem históricos familiares de infarto ou morte súbita (principalmente em parentes de primeiro grau);

- pais ou irmãos com aumento do colesterol;

- sintomas como falta de ar, palpitações e dores no peito;

- medidas de pressão frequentemente acima de 135×90 mmHg;

- tabagistas;

- diabéticos;

- doença cardíaca na infância ou sopro cardíaco;

- planejam realizar a prática esportiva;

- apresentam sobrepeso ou obesidade.

As avaliações cardiológicas de rotina e acompanhamento são obrigatórios para aqueles que já detectaram alterações como dislipidemia (colesterol alto), hipertensão, diabéticos e para quem já teve infarto. Tais doenças não têm cura, porém, podem ser controladas. O não controle destes índices pode levar a complicações graves, como acidente vascular cerebral e infarto, o que afeta de forma drástica a qualidade de vida das pessoas. A medicina, hoje, possui meios de detectar alterações e reverter o quadro de muitas doenças que poderiam ser fatais. Para isto, há a necessidade de uma parceria entre médicos e pacientes. No caso dos médicos, estes devem estar aptos e serem os primeiros a realizar um bom exame clínico, ao mesmo tempo em que reconhecem as necessidades de cada indivíduo. Já os pacientes devem sempre procurar informações em fontes confiáveis, compreender a importância na mudança de atitudes e aderir às alterações propostas.

Sentir Bem – 30/06/2008

* Educadora Física e Colaboradora / Parceira da GeroVida

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Conhecer sua melhor qualidade

19/02/2009 - 10:54 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

Deve-se cultivar a mais relevante e aperfeiçoar as outras.

Todos poderiam triunfar se conhecessem seu maior talento.

Identifique sua principal qualidade e dobre seu uso: em uns domina o discernimento, em outros a coragem.

A maioria violenta sua capacidade e por isso não se destaca em nada.

O que é exaltado rapidamente pela paixão será mais tarde desenganado pelo tempo.

Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003.

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Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde

18/02/2009 - 9:03 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 57

“Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde”, de Julio Litvoc e Francisco Carlos de Brito. Editora Atheneu, 2004.

Prevenção e Promoção da Saúde tem como inspiração o fenômeno do envelhecimento populacional, hoje comum a quase todos os países. De acordo com os mais recentes estudos demográficos, a esperança de vida para os próximos 20 anos indica ser de 70% para as pessoas com 60 mais anos que viverão nos países em desenvolvimento. No caso do Brasil, o aumento significativo de população de idosos traz para a saúde pública, compreensivelmente, questões de assistência, não estritamente médica, e sim ligadas à saúde, como a socialização e a preservação de alguma atividade do idoso, tanto do ponto de vista psíquico como também das chamadas prevenção do envelhecimento e promoção da saúde.

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Depressão em idosos (Parte 1/3)

17/02/2009 - 11:26 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

“A velhice é um triste inventário de perdas e limitações” – Em seu dia-a-dia, o idoso está em uma situação de perdas continuadas. A diminuição do suporte sócio-familiar, a perda do status ocupacional e econômico, o declínio físico continuado, a maior frequência de doenças físicas e a incapacidade pragmática crescente compõem o elenco de perdas suficientes para um expressivo rebaixamento do humor. Também do ponto de vista biológico, na idade avançada é mais frequente o aparecimento de fenômenos degenerativos ou doenças físicas capazes de produzir sintomatologia depressiva. Ocorre a diminuição da: visão, audição, força e a precisão manuais, robustez e a flexibilidade, rapidez na execução de tarefas, memória, imaginação, criatividade, adaptação, atenção, energia, iniciativa e sociabilidade. É através dessa percepção da nova realidade que a saúde mental é afetada (saúde mental pode ser entendida como o equilíbrio psíquico que resulta da interação da pessoa com a realidade). Essa realidade é o meio circundante que permite à pessoa desenvolver suas potencialidades humanas e, normalmente, essas potencialidades estão estreitamente associadas à satisfação das necessidades humanas.

Dificuldades do Diagnóstico

A pessoa que sofre com a depressão, algumas vezes, tem dificuldade em se reconhecer doente e não procura um tratamento. A religiosidade exerce influência: algumas pessoas consideram a doença como castigo. Na cultura de hoje, se criou à idéia que o homem está “proibido” de ficar doente (a depressão acomete tanto homens quanto mulheres). Todos esses fatos atrasam e dificultam o diagnóstico, podendo se agravar a doença. Em relação à classe médica há uma dificuldade em se reconhecer a doença precocemente, consideram os sintomas como decorrente da própria condição clínica e por não ter provas laboratoriais (é um diagnóstico clínico).

Critérios para Episódio Depressivo Maior

Cinco (ou mais) dos seguintes sintomas estivessem presentes durante o mesmo período de 2 semanas e representam uma alteração a partir do funcionamento anterior; pelo menos um dos sintomas é 1.) humor deprimido ou 2.) perda do interesse ou prazer.

1. Humor depressivo durante a maior parte do dia, indicado por relato subjetivo ou observação de terceiros;

2. Diminuição importante do interesse ou prazer em todas, ou quase todas, as atividades;

3. Perda ou ganho de peso significativos, ou aumento ou diminuição do apetite;

4. Insônia ou aumento do sono;

5. Fadiga ou perda de energia, agitação ou retardo psicomotor, observado necessariamente por terceiros;

6. Sentimentos de menos-valia ou culpa excessiva e inapropriada;

7. Diminuição da capacidade de concentração ou indecisão;

8. Pensamentos recorrentes de morte, ideação suicida;

Os sintomas devem causar sofrimento significativo ou prejuízo ocupacional, social ou em outras áreas importantes de funcionamento. Não devem ser causados por uso de substâncias, nem por uma condição médica.

Fonte: http://www.idosos.com.br/depressao.htm

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Curso de vida

16/02/2009 - 13:10 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

O conceito de curso de vida refere-se à maneira como as instituições sociais moldam e institucionalizam as trajetórias de vida individuais nos domicílios inter-relacionados da educação, da profissão e da família. O curso de vida é formado, entre outras, pelas crenças culturais sobre a biografia individual, sequências institucionalizadas de papéis e posições sociais, restrições e permissões legais em relação às idades e pelas decisões das pessoas (Settersten Jr. & Mayerm 1997).

O paradigma de curso de vida focaliza o desenvolvimento do ponto de vista das inter-relações do desenvolvimento individual, familiar e social ao longo do tempo. A essência do modelo reside na análise do impacto da sincronia ou da assincronia entre o tempo individual, o tempo familiar e o tempo histórico sobre o desenvolvimento individual.

A sociedade constrói cursos de vida na medida em que prescreve expectativas e normas de comportamento apropriado para as diferentes faixas etárias, diante de eventos marcadores de natureza biológica (ex.: menarca, menopausa) e social (ex.: aposentadoria, formatura, casamento). Essas normas são internalizadas pelas pessoas e instituições sociais.

Retirado de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. pág. 47-48

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Casos de Aids triplicam entre brasileiras com mais de 50 anos

15/02/2009 - 8:15 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

Por Cláudia Loureiro

Nos últimos 10 anos, a incidência de casos de Aids entre mulheres acima de 50 anos triplicou. Preocupado com o crescimento, o Ministério da Saúde (MS) lançou nesta sexta-feira (13), no Rio, uma campanha voltada para essa faixa etária.

“É uma situação extremamente preocupante. Há também uma preocupação de que mais de 70% das mulheres acima de 50 anos não usam preservativo, camisinha, mesmo em relações eventuais. Então o objetivo desta campanha é chamar a atenção para este problema e informar adequadamente as mulheres da importância de elas falarem com seus companheiros, maridos, namorados, sobre essa questão e exigir o uso do preservativo, da camisinha. O homem está dentro disso. O homem tem que estar consciente que ao usar ele está se protegendo e protegendo a pessoa que ele gosta, que ele ama”, diz o ministro José Gomes Temporão.

Com o slogan “Sexo não tem idade para acabar. Proteção também não”, o objetivo é chamar a atenção das mulheres nessa faixa etária sobre a importância de usar preservativo, principalmente nas relações eventuais. Dados de pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde indicam que 72% das brasileiras nessa idade não usam camisinha com parceiros casuais. O levantamento revela ainda que mais da metade delas (55,3%) são sexualmente ativas, mas apenas 28% usam camisinha. Entre os homens, o número chega a 36,9%.

Segundo o MS, os casos de Aids entre as mulheres acima de 50 anos triplicaram em dez anos. Em 1996, havia 3,7 casos por 100 mil habitantes; em 2006, o índice já era 11,6.

O lançamento da campanha foi na Cidade do Samba, na Gamboa, Zona Portuária do Rio, e contou com a presença do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e da secretária Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire. Também estiveram presentes os secretários de Saúde do Rio, além de representantes da ONU.

13/02/09

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1000575-5603,00-CASOS+DE+AIDS+TRIPLICAM+ENTRE+BRASILEIRAS+COM+MAIS+DE+ANOS.html

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Argila terapêutica – alguns casos 10

14/02/2009 - 8:10 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Terapias Alternativas

Dores ciáticas e problemas nos quadris requerem aplicações de barro por todo o baixo-ventre, na altura dos rins, quadril e ao longo das pernas. Pode-se alternar, aplicando só de um lado e ao longo das pernas. Para atenuar as dores, pode-se dar banhos quentes com farelo de arroz e folhas de nogueira.

A cura de cálculos renais pode ser observada por exames laboratoriais, após quatro meses de tratamento com cataplasmas de argila sobre os rins e uso por via oral.

Contra ácido úrico, além de beber água argilosa ou um similar, em jejum, aplicam-se cataplasmas sobre os rins. Bons resultados são conseguidos em quatro meses, mais ou menos.

Em todos esses casos, a cura pode ser abreviada com aplicações intensivas, desde que não estejam sendo apresentadas reações violentas ao tratamento.

Do livro “Argila, Um santo remédio e outros tratamentos compatíveis”, de Iracela Cassimiro Peretto, Paulinas, SP, 1999. pág. 73-74.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.  
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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O sol nosso de cada dia

13/02/2009 - 8:05 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Quando se trata da saúde, o sol sempre teve má reputação. Ele é o vilão que causa diversos malefícios como o câncer, manchas, envelhecimento, flacidez, queimaduras, alterações imunológicas que deixam as pessoas mais suscetíveis a infecções, entre outras doenças de pele. Porém, o que muitos não sabem ou esquecem, é que o sol também tem a sua faceta de mocinho. Além de ser fonte natural de luz e energia, sem ele simplesmente não haveria vida na Terra. Mas não é só isso. Pesquisas recentes mostram que a exposição solar pode causar mais benefícios do que malefícios à saúde. Mas isso desde que as recomendações feitas por especialistas sejam seguidas, como se expor diretamente apenas antes das 10h e após as 16h. Como os brasileiros vivem a maior parte do ano sob a ação direta do sol, afinal, o Brasil possui mais de 9 mil quilômetros de litoral e clima tropical na maior parte do ano, a dermatologista Daniela Hueb, de Bauru (interior de São Paulo) e membro da Academia Brasileira de Dermatologia, selecionou as principais vantagens de se pegar uma corzinha. Confira:

Vitamina D:

O fato dos raios solares serem fontes de vitamina D não é novidade. Mas será que está clara a importância disso para o organismo? Segundo um estudo publicado na revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, em janeiro deste ano, a vitamina D é um importante fator de proteção contra alguns tipos de tumores e cânceres, como os de mama, pele, próstata e pulmão. De acordo com Daniela Hueb, a síntese cutânea da vitamina D traz benefícios inclusive para a saúde óssea, já que garante níveis suficientes de cálcio e fósforo no sangue. “Ela assegura o crescimento dos ossos nas crianças, evita o raquitismo e ajuda no fortalecimento e na manutenção dos ossos saudáveis nos adultos”, explica a especialista. E tem mais. O coração, o sistema nervoso, o processo de coagulação e o sistema imunológico dos humanos não funcionariam corretamente sem a ajuda da vitamina D. Além disso, ela pode evitar o desenvolvimento de diabetes, doenças cardíacas, psoríase, artrite e até doenças mentais. Caso a exposição solar diária não seja suficiente, até 20 minutos diários, existem outras formas de obtê-la, como inserir na dieta alimentos como peixes e ovos.

Outros benefícios

Um dos efeitos do sol é manter as pessoas acordadas e dispostas para enfrentarem mais um dia fora da cama. Isso porque os raios ultravioleta (UV) reduzem os níveis do hormônio do sono, chamado melatonina. Para as grávidas, além das massagens diárias, a ação direta dos raios solares nos mamilos auxilia no fortalecimento e preparo à amamentação, uma vez que também previnem rachaduras e fissuras.

Os cuidados necessários

Se por um lado pode parecer repetitivo dizer que o sol é um dos principais agentes causadores de doenças graves, por outro, uma pesquisa recente realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) mostra que cerca de 70% da população ainda se expõe à luz solar, sem utilizar um protetor. Apesar de centenas de casos de doenças decorrentes da exposição direta ao sol serem diagnosticadas diariamente no Brasil, como o câncer de pele, elas podem facilmente ser evitadas. Segundo Daniela Hueb, tudo começa com o uso do filtro solar. “Mais do que aplicar o produto apenas quando se vai à praia ou à piscina, é preciso fazer disso um hábito, independente se o dia está ensolarado ou nublado. E é preciso lembrar de reaplicá-lo a cada 3 horas”, finaliza a médica.

Sentir Bem (12/05/2008)

* Educadora Física e Colaboradora / Parceira da GeroVida<-->

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Conhecer os felizardos para acolhê-los e os azarados para evitá-los

12/02/2009 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

A má sorte é, com frequência, culpa da estupidez, e não há nada mais contagioso que a infelicidade.

Nunca se deve abrir a porta para o menor mal que seja, pois sempre virão atrás, às escondidas, muitos outros e maiores.

O segredo no jogo é saber descartar: é mais importante a menor carta que se tem na mão que a maior que já passou.

Na dúvida, o melhor é aproximar-se dos sábios e prudentes, pois cedo ou tarde encontrarão a boa sorte.

Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003.

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A educação como cultura

11/02/2009 - 15:12 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 56

“A educação como cultura”, de Carlos Rodrigues Brandão, Campinas, SP: Mercado de Letras, 2002.

Edição revista e ampliada
No século XX e em terras brasileiras, o movimento editorial em educação foi fecundo. No entanto, talvez não precisemos de todos os dedos de uma única mão para contar os livros marcantes pela sua criatividade. O público leitor testemunhou, porém, que o antropólogo e educador Carlos Rodrigues Brandão fincou um marco definidor de competência, inovação e sinceridade com esta obra, que os educadores voltaram a ter nas mãos neste início de século XXI. Voltado para a cultura popular e a educação, é livro que traz a aura de vitalidade e o acento de generosidade que fazia, por exemplo, o fascínio das publicações de Paulo Freire.

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